DICAS PARA AFIAR A INTELIGÊNCIA MAIS AINDA

Olha que matéria legal, vou tentar dinamizar um pouco pra leitura ficar mais fácil. Peguei essa matéria de uma revista que recebo, Reader’s Digest.

Treinamento cerebral para afiar a memória!

Exercícios aeróbicos para preservar a massa cinzenta!

Meditação para afiar as ligações entre razão e emoção!

Tudo soa maravilhoso, mas há algo frustrante no número crescente de estudos que identificam maneiras de dar polimento no cérebro: elas não vão muito longe. 

Claro que exercícios para aprimorar a memória são melhores para o cérebro do que, digamos, assistir a reality shows na TV, mas o máximo que se ganha é um acesso mais confiável ao conhecimento já espalhado pelo córtex cerebral.

Se a informação não estiver lá, não há treinamento do cérebro que lhe diga como funciona o sistema do Banco Central, por que o Sul dos Estados Unidos perdeu a Guerra de Secessão, qual a importância de Les demoiselles d’Avignon, de Picasso, ou por que o Word acabou de travar.

Sem falar do tipo de informação que poderia melhorar de forma significativa a vida cotidiana: não seria maravilhoso compreender e recordar mais do que lemos e ouvimos, aprender e reter novas habilidades para melhorar as chances de emprego e interligar conhecimentos para, digamos, perceber o que faz o seu chefe reagir?

SERIA PERFEITO!!!!

Isso é o que todos queremos – saber mais, entender mais profundamente, dar saltos criativos maiores, guardar o que lemos, ver ligações invisíveis aos olhos dos outros – e não apenas aproveitar o que já temos entre as orelhas. Ou seja, em poucas palavras: queremos ser mais inteligentes. Ao melhorar nosso jogo mental, seríamos capazes de ver imediatamente quando um marqueteiro nos engana, entender estudos médicos importantes para o que nos incomoda, perceber a importância da crise do euro para o nosso fundo de aposentadoria e tomar decisões melhores no trabalho, no amor e na vida.

Assim, quando mergulhamos nos resultados das últimas pesquisas da neurobiologia e da ciência cognitiva, uma descoberta recente se destacou mais que todas as outras: o Q.I., que durante muito tempo se pensou ser imutável depois da primeira infância, pode realmente aumentar. E não apenas um ou dois pontos. De acordo com um estudo inovador publicado no ano passado na revista Nature, o Q.I. pode subir espantosos 21 pontos em quatro anos – ou cair 18.

 

QUER SABER COMO FAZER SEU QI AUMENTAR? LEIA O PRÓXIMO POST!

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